Ontem assisti Cidades de Papel sem muitas expectativas, principalmente depois do final do livro. Mas posso dizer que o filme, em alguns pontos, consegue ser melhor que o livro.
Quentin Jacobsen (Nat Wolff) nutre uma paixão platônica pela vizinha de escola Margo Roth Spielgeman (Cara Delevingne) desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma. Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte.
Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quando mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.
Nada a dizer do roteiro e adaptação, pois são bons, mesmo que certos pontos do livro foram retirados e eu realmente queria ver no filme.
Paleta de cores é bonita de ser com o desenrolar da historia, e logo combina com o clima do filme.
Também gostei dos atores, menos da Cara, pois acho que ela não atua bem.
Por fim tenho que dizer que o fim do filme foi exatamente como o livro deveria terminar. Não irei dar spoilers, mas a cena final do filme levou embora a raiva que eu tinha no final do livro alem de render boas frases.
Victor S.S
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